INSTITUCIONAL
História SINDILOJAS BH
Maior aliado dos lojistas
Crescimento econômico, mudanças em seu comportamento social, consolidação como metrópole. Movimento que propiciou o dinamismo econômico interno de Belo Horizonte, na sua capacidade de desenvolvimento do comércio e de fomento à indústria.
Esse era o cenário econômico e comercial da Capital mineira na década de 30. Belo Horizonte desenvolveu-se amplamente como centro comercial, gerando grande parte de sua renda da função abastecedora de outras localidades. E foi nesse contexto que surgiu, em 1938, sob a inspiração de empresários da Associação Comercial de Minas, o Sindicato dos Lojistas do Comércio de Belo Horizonte – SINDILOJAS BH.
A história do Sindicato, que veio para dar subsídio e trazer melhorias determinantes para o setor comercial, se confunde com a própria história do comércio da Capital mineira. Há mais de 70 anos, o SINDILOJAS BH fortalece as atividades do comércio lojista de Belo Horizonte, defendendo os interesses da classe e do setor de forma legítima e transparente. A prestação de serviços para os empresários lojistas e, ainda, uma preocupação constante em buscar a união das entidades de classe é o seu foco principal, que chega, nesta nova era, com uma carteira de mais de 27 mil filiados, dos mais variados segmentos, e gera aproximadamente 55 mil empregos.
Responsável por prestar assessoria técnica e assistência a seus filiados oferece consultas ao departamento jurídico e econômico, planos médicos e odontológicos, além de debater com os órgãos de governo, sempre que o segmento se sentir prejudicado pela cobrança excessiva de impostos, conseguindo, em muitas ações, obter reduções significativas dessas alíquotas e em outras, até mesmo mudanças na própria legislação tributária.
Hoje, após 70 anos da sua fundação, é fácil dizer que são muitos os motivos de orgulho para o SINDILOJAS BH, entidade fundamental e determinante para o desenvolvimento constante e o sucesso consolidado do comércio de Belo Horizonte. O presidente do Sindicato, Hiram dos Reis Correa, não exita em apontá-los. “Um desses motivos é, sem dúvida, a consciência de que são os comerciantes que ajudam a escrever a história dos municípios, estados e países.” Ele diz ainda que, mais do que riquezas, os tropeiros, que foram nossos primeiros comerciantes, carregavam informações e sonhos.
“Historicamente, os comerciantes foram os pioneiros em ações que hoje chamamos de responsabilidade social, não apenas pelo contato direto com a comunidade, através do qual tomam conhecimento de suas carências, mas também pelo pagamento de tributos e pela geração de empregos. Por isso, festejamos as ações de um sindicalismo moderno, que luta, acima de tudo, pela defesa dos interesses dos comerciantes, base da economia”, explica Hiram.
A modernidade do SINDILOJAS BH e a maturidade observada em suas ações são resultados de muito esforço na realização e no cumprimento das necessidades dos lojistas e de todo o comércio de Belo Horizonte. O dirigente da entidade é quem conta como isso aconteceu. “Com o advento do sistema sindical, os empresários, personalidades de grande destaque no comércio da época – 1930 – se detiveram mais na ação sindical clássica. A entidade tratava do relacionamento com o sindicato dos comerciários, cuidava dos acordos coletivos, das negociações e da conciliação de interesses do comerciante e de seus empregados. Eventualmente, discutia questões tributárias, mas não era uma constante, e ajuizava alguns mandados de segurança a fim de proteger a atividade comercial. Ou seja, exercia as atividades típicas dos sindicatos. Hoje, buscamos ampliar nossa atuação, assumindo outras atribuições.
“Além da representação legal dos comerciantes, a entidade entendeu que tem de legitimar de outras formas sua atuação. Passamos a atender mais diretamente os anseios dos comerciantes. Começamos, por exemplo, a atuar na proteção às negociações dos empresários, na proteção ao crédito, nas questões relativas ao recebimento de cheques. O SINDILOJAS BH passou também a oferecer cursos de capacitação e treinamento para gerentes e caixas dos estabelecimentos comerciais como o de Prevenção contra Fraude e Inadimplência no Comércio de Belo Horizonte, que já mobilizaram milhares de alunos na capital”, finalizou o Presidente.